Malta e Maltinha... vou publicar alguns mails cómicos que o Guilherme me tem mandado de Amsterdam, the land where hopes and dreams come true!
Este é o 1º, mandado no 2º dia:
"Castiços, Já ca estou!
Cheguei hoje ao meio dia e tive a tratar de mil merdas, ir buscar as chaves, ir buscar as malas que tinhamos deixado no cacifo na estação, ir as compras... e ir ao Red Light dar uma vista de olhos. Já lá vamos.
Mal cheguei apetecia-me ir embora. Estavam 19 graus com nevoeiro... e estamos em Agosto por isso imaginem em Dezembro. A cidade em si também não me pareceu grande coisa à primeira vista. Estava muito escura, tem muita gente algum gente estranha (de todas as cores, raças e feitios...) , milhares de turistas e pareceu-me mesmo um bocado suja.
Ao fim da tarde, depois de ter arrumado e tratado de tudo fui dar uma volta com o Romano e com mais dois gajos portugueses que cá estão (apesar de estarem todos noutra residência) e já gostei mais do que vi. Os canais são muito giros, há mil merdas para ver (monumentos e museus sobretudo), o pessoal anda todo de bicicleta (já ia sendo atropelado por uma ou duas - há pistas próprias para ciclistas) e apesar de estranho à primeira vista já gostei mais do que vi à "segunda".
Agora à noite decidimos dar uma vista de olhos ao Red Light. Aquilo é surreal. Imaginem centenas de pessoas de todos os tipos (nigas do bairro e gajos de blazer) às 11 da noite numa rua com 100 prostitutas em montras. Há gajas incríveis, outras miseráveis mas apesar de tudo são bastante boas, bem melhores que as da casa amarela (o que não quer dizer grande coisa)! Depois ficámos aí num bar a beber uma imperial e à conversa até que decidi apanhar o metro para casa convencido que já conhecia a zona.
Mal cheguei à saída estação de metro perto de minha casa perdi-me completamente. Tive a sorte de apanhar um motorista de táxi porreiro que lá me deu uma ajuda. Em relação à casa... É mais ao menos do tamanho do meu carro- Um cubículo de 12m quadrados (no máximo...) com uma cama, uma secretária, duas cadeiras, uma estante, uns candeeiros e uma mesa de cabeceira. A residência não é má mas partilhar 2 chuveiros e 2 retretes com 16 pessoas não há-de ser fácil. A grande vantagem é que é na mesma rua da faculdade e está a 2 minutos do centro da cidade
Já conheci aí umas pessoas, uma chinesa e um chinês, um neo-zelandês, um alemão e uma australiana que vivem aqui. Foram todos porreiras mas também ainda só me disseram olá e adeus praticamente. E ainda me falta conhecer o resto das pessoas que aqui vivem, parece que há aí outro português até. Não me alongo mais que´já não muito mais para contar (ainda só cá estou há umas horas apesar de tudo), tou cheio de sono e amanhã acordo às 8.30 da manhã, tenho que ir a uma Welcome week para alunos estrangeiros que começa amanhã. "
Grande abraço a todos,
Guilherme VC
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Até ao infinito e mais além!
Como parece que ninguém tem nada de interessante para dizer aqui no nosso blogue, decidimos intervir. Estamos no paraíso, e vocês aonde é que andam?
Desde que o Eduardo gritou “Terra à vista!” quando Bora Bora apareceu no horizonte, ficámos fascinados com o pico da montanha a mais de 700m de altitude, ficou decidido logo aí que iríamos ter que escalá-la. Era o nosso objectivo, era o nosso desafio.
Hoje foi o dia D. Como não fazíamos ideia de como iríamos subir a montanha nem como a ela chegar, fomos nos informar junto dos indígenas maori. Fomos tomados por loucos. Quando perguntávamos – “Quel est le chemin pour monter à la montagne?” (Qual é o caminho para subir à montanha?) – ficavam pasmados a olhar para nós e só nos aconselhavam que não o fizéssemos. Chegámos mesmo a ir à Policia, que nos proibiu subir a montanha sem alguém experiente. Ao que parece, é frequente terem que ir buscar turistas de helicóptero perdidos na montanha. Há pouco tempo, um francês ficou perdido e ferido durante 3 dias sem o conseguirem encontrar. Que se foda! FOMOS!
Ao princípio subestimamos o desafio. Pouca inclinação e um caminho bem traçado. Claro que este luxo não durou mais de 15 minutos. A coisa começava a ficar vertical e o Joaquim sempre a refilar. Pusemos na cabeça o cume da montanha e a partir daí nada nos parou mais. Subimos rochas a pique, sempre a ver as casas a ficarem mais pequenas e a vista sempre melhor! A curiosidade de chegar lá acima era a nossa motivação. Cumprimos a nossa missão e hoje orgulhamo-nos de termos estado à altura do desafio. Nada sabe melhor que a glória depois do sacrifício. Faltou a vossa companhia. O Mestre (que é muita forte) tinha levado o barbecue às costas e tínhamos feito uma churrascada “à Malta” no cume de Bora Bora. Enfim, próxima paragem: Evereste. Deixamos aqui umas fotografias da nossa jornada.
De resto, tudo na maior e no melhor estilo de vida possível. Às 20:30 o Eduardo já só responde com monossílabos e às 20:45 já não mexe (adivinhem quem lava a loiça…). Temos feito mergulhos espectaculares e tentativas falhadas de caças submarinas. É igual a estar no meio do oceanário, uma visibilidade incrível e uma variedade e quantidade de peixes abismal. Claro que só o marujo do Joaquim é que sequer se aproxima quando aparece um tubarão, a mim (Eduardo) não me apanham nesse filme!! (oh Eduardo, é só um peixe como os outros! …TÁBEM!!!!!!)
Um grande abraço e o Bem-haja do costume!
Joaquim e Eduardo





Desde que o Eduardo gritou “Terra à vista!” quando Bora Bora apareceu no horizonte, ficámos fascinados com o pico da montanha a mais de 700m de altitude, ficou decidido logo aí que iríamos ter que escalá-la. Era o nosso objectivo, era o nosso desafio.
Hoje foi o dia D. Como não fazíamos ideia de como iríamos subir a montanha nem como a ela chegar, fomos nos informar junto dos indígenas maori. Fomos tomados por loucos. Quando perguntávamos – “Quel est le chemin pour monter à la montagne?” (Qual é o caminho para subir à montanha?) – ficavam pasmados a olhar para nós e só nos aconselhavam que não o fizéssemos. Chegámos mesmo a ir à Policia, que nos proibiu subir a montanha sem alguém experiente. Ao que parece, é frequente terem que ir buscar turistas de helicóptero perdidos na montanha. Há pouco tempo, um francês ficou perdido e ferido durante 3 dias sem o conseguirem encontrar. Que se foda! FOMOS!
Ao princípio subestimamos o desafio. Pouca inclinação e um caminho bem traçado. Claro que este luxo não durou mais de 15 minutos. A coisa começava a ficar vertical e o Joaquim sempre a refilar. Pusemos na cabeça o cume da montanha e a partir daí nada nos parou mais. Subimos rochas a pique, sempre a ver as casas a ficarem mais pequenas e a vista sempre melhor! A curiosidade de chegar lá acima era a nossa motivação. Cumprimos a nossa missão e hoje orgulhamo-nos de termos estado à altura do desafio. Nada sabe melhor que a glória depois do sacrifício. Faltou a vossa companhia. O Mestre (que é muita forte) tinha levado o barbecue às costas e tínhamos feito uma churrascada “à Malta” no cume de Bora Bora. Enfim, próxima paragem: Evereste. Deixamos aqui umas fotografias da nossa jornada.
De resto, tudo na maior e no melhor estilo de vida possível. Às 20:30 o Eduardo já só responde com monossílabos e às 20:45 já não mexe (adivinhem quem lava a loiça…). Temos feito mergulhos espectaculares e tentativas falhadas de caças submarinas. É igual a estar no meio do oceanário, uma visibilidade incrível e uma variedade e quantidade de peixes abismal. Claro que só o marujo do Joaquim é que sequer se aproxima quando aparece um tubarão, a mim (Eduardo) não me apanham nesse filme!! (oh Eduardo, é só um peixe como os outros! …TÁBEM!!!!!!)
Um grande abraço e o Bem-haja do costume!
Joaquim e Eduardo





quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Volta ao Mundo!
Como o meu cargo de "Coordenador Oficial de Aventura da Malta" tem sido várias vezes ameaçado, e sendo este um cargo político, apresento a minha primeira promessa:
ATÉ 2030 JÁ DEMOS A VOLTA AO MUNDO!
Começamos já amanhã sexta-feira numa partida para o Porto ver os Red Bull Air Races!
Aventureiros: Mentas, Dudas, Garcia, Tomás, Ed, D'orey, Mariana LA, Bernas, Mestre, Guigui, Filipa Braga, Caco. (Quem não tiver aqui e quiser ir - ligue-me! 917109150)
Fiquem à espera de uma mensagem hoje para saberem os detalhes desta aventura.
Entretanto, já a planear a próxima viagem, deixo aqui uma sondagem para eu ficar a saber qual é o próximo destino que querem? (que luxo)
PS: Sempre que alguém tiver uma ideia para um programaço "pramalta", enviem-me para o meu e-mail (eduardopb@netcabo.pt)
PS2: Já tenho número extreme mas ainda não mexe - 91 59 PB EDU ou seja 91 59 72 338 (que caramelo que eu saí) - o outro vai sempre manter-se (917109150).
Abraço e até amanhã!
ED
ATÉ 2030 JÁ DEMOS A VOLTA AO MUNDO!
Começamos já amanhã sexta-feira numa partida para o Porto ver os Red Bull Air Races!
Aventureiros: Mentas, Dudas, Garcia, Tomás, Ed, D'orey, Mariana LA, Bernas, Mestre, Guigui, Filipa Braga, Caco. (Quem não tiver aqui e quiser ir - ligue-me! 917109150)
Fiquem à espera de uma mensagem hoje para saberem os detalhes desta aventura.
Entretanto, já a planear a próxima viagem, deixo aqui uma sondagem para eu ficar a saber qual é o próximo destino que querem? (que luxo)
PS: Sempre que alguém tiver uma ideia para um programaço "pramalta", enviem-me para o meu e-mail (eduardopb@netcabo.pt)
PS2: Já tenho número extreme mas ainda não mexe - 91 59 PB EDU ou seja 91 59 72 338 (que caramelo que eu saí) - o outro vai sempre manter-se (917109150).
Abraço e até amanhã!
ED
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